Friday, September 21, 2007

UM DIA DE CADA VEZ

Vagueio pela noite sem abrigo

Onde Foneus aparece

e goza comigo

Cidade tão triste

Onde nada existe

- Eu não quero apodrecer aqui!

O emprego acabou-se

E o dinheiro esgotou-se

Não há nada que me faça sorrir

Amanha vou mesmo partir

- Eu não quero apodrecer aqui!

Estou só

Confuso e perdido

A vida foge-me das mãos

Não quer nada comigo

Nada me tira a lipidez

Vivo um dia de cada vez

Vivo um dia de cada vez

Adeus, vou-me despedir

Vou para onde a natureza me faz sorrir

Vou voltar a sonhar

Viver numa cabana junto ao mar

Posted by cthulhu at 10:58:00 | Permalink | No Comments »

INFINITOS DE PAIXÃO

 

Anda amor, vamos desbravar serras e colinas

Vem fresca como a brisa

E une as tuas mãos às minhas

A vida espera por nós,

Bem deves saber

Vamo-nos amar até ao amanhecer

E se o horizonte fica tingido e rubro

É porque sabe que é nesta imensidão que te descubro

Descubro que és real

Que podes rir e chorar

E que nunca deixarei de te amar

Mas se estes infinitos são tudo e não têm fim

Tu és loucura e és tudo para mim. 

Posted by cthulhu at 10:53:56 | Permalink | No Comments »